CONCENTRAÇÃO E PROTESTO CONTRA AS DEMISSÕES - VIGÍLIA EM FRENTE À REITORIA A PARTIR DAS 9H40
Na audiência que tivemos com os representantes da reitoria na quinta feira, dia 06, para negociar a revogação das demissões dos aposentados, os representantes da reitoria se comprometeram a nos responder numa nova audiência marcada para hoje, as 10:00h, se o Reitor vai revogar as demissões ou não.
Essa audiência e, principalmente a resposta da reitoria, vai ser muito importante não só para os demitidos, mas também para todos os companheiros/companheiras que já se engajaram na luta para barrar as demissões. Por isso, o sindicato chama todos os trabalhadores da USP, que não estão de férias para comparecerem na porta da reitoria a partir das 9:40, para participar da vigília em solidariedade aos demitidos, pela revoga ção imediata das demissões.
DEMISSÕES DO RODAS NÃO FICARÃO SÓ NOS APOSENTADOS
Para tentar evitar a justa revolta e a reação dos funcionários, a reitoria afirma que não haverá novas demissões de aposentados. Mentira! O Rodas está demitindo primeiro os aposentados para contratar gente nova em inicio de carreira, com salários mais baixos, sem qüinqüênios e nem sexta parte. Caso a categoria permita que essas demissões se concretizem, haverá muitas outras, mas não só de aposentados, pois o objetivo é reduzir gastos com pessoal, e entre as pessoas que ainda não se aposentaram existe muita gente que recebe quatro, cinco ou seis qüinqüênios, mais a sexta parte. Todas essas pessoas estão na alça de mira do Rodas. Por isso não podemos deixar passar essas primeiras demissões.
Se permitirmos que os benefícios conquistados com muita luta sejam motivo para o Rodas nos demitir, só restarão na USP trabalhadores terceirizados ganhando um salário mínimo ou no máximo de seiscentos a oitocentos reais que, segundo Rodas é o salário pago “no mercado” por serviços iguais aos nossos. Quem tiver dúvidas quanto a isso, ouça outra vez a entrevista do próprio Rodas, em maio do ano passado, na Rádio Bandeirantes. Por isso, barrar essas demissões não é tarefa só para aposentados.
CRESCE A REVOLTA E A INDIGNAÇÃO
Entre as pessoas demitidas existem homens e mulheres que sustentam filhos e netos sozinhos, que se aposentaram, em primeiro lugar, porque tinham direito e também porque se viram obrigados, uma vez que se aposentar e continuar trabalhando é uma forma de aumentar a renda familiar e poder pagar as dívidas com o banco, aluguel ou mesmo para comprar alimentos e até medicamentos. Agora demitidas, essas pessoas e seus dependentes vivem momentos de desespero pois simplesmente não sabem como irão viver.
Não satisfeita em destruir as vidas dessas pessoas, a reitoria ainda se dedica a desqualificá-las, dizendo que com a aposentadoria elas se tornaram “indolentes”. Ou seja, é o ódio e o desprezo do Rodas para com os funcionários da USP se manifestando mais uma vez.
O ASSÉDIO MORAL CONTINUA NA USP E A ACADEMIA MATA
No dia 24/12/2010, infelizmente, ocorreu a morte de um trabalhador negro, da FAU, Sr. Antonio José Peixoto, acometido por um enfarto, após ter sido assediado moralmente por um “chefete puxa–saco” e por um professor. Ao realizarmos a denúncia de assédio moral, a direção da FAU, ao invés de punir os assediadores, atendeu ao pedido de um burocrata acadêmico autoritário, mau caráter e que provavelmente não gosta de negros, e transferiu o companheiro Peixoto que trabalhava no LAME para a manutenção, com mais humilhações. Toda esta humilhação e indiferença por parte dos canalhas que não respeitam trabalhadores, levou muita indignação ao companheiro que, inconformado, faleceu deixando 4 filhos menores de idade, após 9 anos de trabalho, contribuindo para o ensino e a pesquisa.
Exigimos providências da reitoria, para que a Academia não mate mais.
Punição aos assediadores!!!!
AFINAL O QUE É A ÉTICA MEDICA?
Os Funcionários demitidos estão sendo encaminhados ao SESMT para o exame demissional e para surpresa de todos, pessoas portadoras de doenças ocupacionais, algumas até com restrições médicas ou que estão em meio a tratamento, estão sendo diagnosticadas como aptas a serem demitidas. Será que temos algo de podre no “reino da medicina”?
QUINTA FEIRA, DIA 13, TODOS(AS) À REITORIA
CONCENTRAÇÃO E PROTESTO CONTRA AS DEMISSÕES
Na assembleia realizada no dia seis as pessoas presentes decidiram por unanimidade construir uma grande mobilização e lutar pela reintegração dos demitidos. A primeira ação, também aprovada na assembleia, será esse ato de protesto na reitoria exigindo a reintegração dos demitidos.
Chamamos a todos os companheiros/companheiras que não estão de férias a participar.
Essa audiência e, principalmente a resposta da reitoria, vai ser muito importante não só para os demitidos, mas também para todos os companheiros/companheiras que já se engajaram na luta para barrar as demissões. Por isso, o sindicato chama todos os trabalhadores da USP, que não estão de férias para comparecerem na porta da reitoria a partir das 9:40, para participar da vigília em solidariedade aos demitidos, pela revoga ção imediata das demissões.
DEMISSÕES DO RODAS NÃO FICARÃO SÓ NOS APOSENTADOS
Para tentar evitar a justa revolta e a reação dos funcionários, a reitoria afirma que não haverá novas demissões de aposentados. Mentira! O Rodas está demitindo primeiro os aposentados para contratar gente nova em inicio de carreira, com salários mais baixos, sem qüinqüênios e nem sexta parte. Caso a categoria permita que essas demissões se concretizem, haverá muitas outras, mas não só de aposentados, pois o objetivo é reduzir gastos com pessoal, e entre as pessoas que ainda não se aposentaram existe muita gente que recebe quatro, cinco ou seis qüinqüênios, mais a sexta parte. Todas essas pessoas estão na alça de mira do Rodas. Por isso não podemos deixar passar essas primeiras demissões.
Se permitirmos que os benefícios conquistados com muita luta sejam motivo para o Rodas nos demitir, só restarão na USP trabalhadores terceirizados ganhando um salário mínimo ou no máximo de seiscentos a oitocentos reais que, segundo Rodas é o salário pago “no mercado” por serviços iguais aos nossos. Quem tiver dúvidas quanto a isso, ouça outra vez a entrevista do próprio Rodas, em maio do ano passado, na Rádio Bandeirantes. Por isso, barrar essas demissões não é tarefa só para aposentados.
CRESCE A REVOLTA E A INDIGNAÇÃO
Entre as pessoas demitidas existem homens e mulheres que sustentam filhos e netos sozinhos, que se aposentaram, em primeiro lugar, porque tinham direito e também porque se viram obrigados, uma vez que se aposentar e continuar trabalhando é uma forma de aumentar a renda familiar e poder pagar as dívidas com o banco, aluguel ou mesmo para comprar alimentos e até medicamentos. Agora demitidas, essas pessoas e seus dependentes vivem momentos de desespero pois simplesmente não sabem como irão viver.
Não satisfeita em destruir as vidas dessas pessoas, a reitoria ainda se dedica a desqualificá-las, dizendo que com a aposentadoria elas se tornaram “indolentes”. Ou seja, é o ódio e o desprezo do Rodas para com os funcionários da USP se manifestando mais uma vez.
O ASSÉDIO MORAL CONTINUA NA USP E A ACADEMIA MATA
No dia 24/12/2010, infelizmente, ocorreu a morte de um trabalhador negro, da FAU, Sr. Antonio José Peixoto, acometido por um enfarto, após ter sido assediado moralmente por um “chefete puxa–saco” e por um professor. Ao realizarmos a denúncia de assédio moral, a direção da FAU, ao invés de punir os assediadores, atendeu ao pedido de um burocrata acadêmico autoritário, mau caráter e que provavelmente não gosta de negros, e transferiu o companheiro Peixoto que trabalhava no LAME para a manutenção, com mais humilhações. Toda esta humilhação e indiferença por parte dos canalhas que não respeitam trabalhadores, levou muita indignação ao companheiro que, inconformado, faleceu deixando 4 filhos menores de idade, após 9 anos de trabalho, contribuindo para o ensino e a pesquisa.
Exigimos providências da reitoria, para que a Academia não mate mais.
Punição aos assediadores!!!!
AFINAL O QUE É A ÉTICA MEDICA?
Os Funcionários demitidos estão sendo encaminhados ao SESMT para o exame demissional e para surpresa de todos, pessoas portadoras de doenças ocupacionais, algumas até com restrições médicas ou que estão em meio a tratamento, estão sendo diagnosticadas como aptas a serem demitidas. Será que temos algo de podre no “reino da medicina”?
QUINTA FEIRA, DIA 13, TODOS(AS) À REITORIA
CONCENTRAÇÃO E PROTESTO CONTRA AS DEMISSÕES
Na assembleia realizada no dia seis as pessoas presentes decidiram por unanimidade construir uma grande mobilização e lutar pela reintegração dos demitidos. A primeira ação, também aprovada na assembleia, será esse ato de protesto na reitoria exigindo a reintegração dos demitidos.
Chamamos a todos os companheiros/companheiras que não estão de férias a participar.
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